sexta-feira, 29 de julho de 2011

Sem ti na madrugada!...

Sempre quando a madrugada chega
me entristeço.
Porque longe de ti estou.
Não ouço sua voz,
see perfume não me entra nas
narinas.
Teu cabelo não se embaraça
em meu rosto.
Teu colo, seu calor não sinto.
Ó coisa cruel isso.
O frio subindo devagar e instalando
em meu coração.
Até que o amanhã chegue
e eu esteja de novo contigo amor.
Esse desejo, essa cumplicidade
que alegra meus dias,
entristece minhas noites,
sem ti.
Quisera ser o vento
a entrar devagarinho na fresta de sua janela
e suavemente te fazer levitar
para junto de mim.

(Carlos Almo - 29 de julho de 2011)

3 comentários:

Carlos Almo disse...

Ainda bem que há o dia...
Bjs Carmem.

Daniel Hiver disse...

Carmem... Obrigado pela visita... Ando por aqui meio sem imaginação e cansado. Tenho escrito menos. Não sei identificar as razões. Estava lendo o poema que postou... E talvez esse frio que aos poucos vai subindo e paralisando o coração é o que eu estou sentindo. Apareça mais vezes. Um abraço!

Tathiane Galdino disse...

É exatamente ASSIM QUE EU ME SINTO LONGE DO MEU AMOR!

Beijos!

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